A ausência de vida (ou morte)

O que é a morte?
No dicionário temos: ausência de vida.
Lógico, não?
A ausência de vida. Uma coisa tão simples… Quem não está vivo, está morto. Simples de se entender? Nem tanto.
Essa ausência de vida não é simplesmente uma ausência de vida, de uma vida qualquer, é ausência de uma vida. E uma vida é sempre importante para alguém. Seja uma vida de um bebê que vai chegar; de uma crinça recém-nascida, a qual você esperava há muito tempo e com muita expectativa; de um amigo muito especial, com quem você passou muitos bons momentos de sua vida; de um filho, que você deu seus dias inteiros com cuidados para que ele, tão frágil quando bebê, não sofresse nada; de um pai, que você tinha como fortaleza, porto seguro, e hoje já não está ao seu lado para te apoiar nos projetos ou te oferecer o ombro pra você chorar as decepções, até mesmo consertar suas burradas… De um irmão, que você teimava em discutir todos os dias e dizer que o odiava, mas que sempre estava junto com você pra tudo, até os planos mais engenhosos como pegar o pacote de biscoito no alto do armário.
Taí: MORTE, ausência de vida.
Ausência é falta. Falta é uma carência, coisa que deixa uma espécie de buraco na sua vida, que você vai querer suprir de muitas formas,mas não vai conseguir. Porque o que você sente é a falta (ausência) daquela vida. Aquela que está ausente, que não volta mais,
aquela a qual não tinha nenhuma outra igual no mundo. Nem vai ter. Ninguém pode suprir a necessidade de ninguém. Uma vida é uma vida. É única, é essencial.É indispensável. Não pode estar ausente. Mas ausentam. E você não pode fazer nada para evitar isso. Você agora está carente com esta ausência, você está triste porque não vai ter mais aquela pessoa sempre ao seu lado pra seja lá o que for…
E aí, vem aquele questionamento a cada momento:
Eu estou sorrindo? Não poderia estar sorrindo quando alguém que eu tanto gostava não pode mais sorrir, eu preciso chorar, eu o(a) perdi.
Pra que me arrumar tanto e sempre, se um dia vou simplesmente morrer, não vou estar mais aqui, minha vida vai ser algo ausente.Me arrumar pra quê?
Por que trabalhar em um projeto pelo qual estou muito empolgada, se amanhã posso não estar mais aqui, e meu projeto vai morrer junto comigo? Por quê? Por quê?
Aí eu te pergunto: O que seria da vida, se não fosse a morte?
Porque eu não sei da onde eu vim, porquê eu vim, pra onde eu vou e proquê vou. Mas se estou aqui, é porque posso colaborar de alguma forma com a humanidade. Não comigo simplesmente, não com meus amigos apenas, mas com todos. Um sorriso que dou hoje (com alguém ou para alguém) vai gerar uma reação em cadeia que vai rodar o mundo.
E justamente pelo fato de sabermos  que vamos morrer, temos que viver. Porque vida e morte são opostos e um reflete o outro. Se eu fizer coisas boas (se eu for feliz), se eu conseguir fazer com que as outras pessoas sejam felizes com minha felicidade,
vou fazer com que após minha morte isso seja repassado. É a minha contribuição para a humanidade.
Então por que morremos?
Simplesmente para que as pessoas coloquem em prática o que aprenderam conosco, para que cativem outras pessoas e assim façam com que nunca morra essa corrente de coisas boas que começou em você. E se você sentir falta de mim, é porque eu fui importante pra você. E se você sente falta do seu pai, é justamente porque ele te ensinou praticamente tudo o que você sabe hoje e que está colocando em prática, e se sente falta de seu filho recém nascido é porque ele te deu uma nova esperança e uma boa expectativa, mesmo que tenha sido por pouco tempo. Se você sente falta do seu irmão, é justamente porque ele te apoiava em tudo, discutia com você, fazia as pazes e vocês eram felizes, apesar de teimarem em dizer pra todo mundo que se odiavam. Se você sente falta do seu filho, é por cada sorriso que ele te fazia dar quando acertava alguma coisa, pela lágrima que você partilhava com ele, se fazendo importante para sua formação, por cada decepção que você teve com ele, que te fez aprender que não podemos esperar de mais de quem está só começando…
Ausência de vida, falta de vida… O nome do que você sente é saudade. E saudade a gente só sente do que foi REALMENTE importante pra gente, do que nos cativou!

O que é a morte?

No dicionário temos que é a ausência de vida.

Lógico, não?

A ausência de vida. Uma coisa tão simples… Quem não está vivo, está morto. Simples de se entender? Nem tanto.

Essa ausência de vida não é simplesmente uma ausência de vida, de uma vida qualquer, é ausência de uma vida. E uma vida é sempre importante para alguém. Seja uma vida de um bebê que vai chegar; de uma crinça recém-nascida, a qual você esperava há muito tempo e com muita expectativa; de um amigo muito especial, com quem você passou muitos bons momentos de sua vida; de um filho, que você deu seus dias inteiros com cuidados para que ele, tão frágil quando bebê, não sofresse nada; de um pai, que você tinha como fortaleza, porto seguro, e hoje já não está ao seu lado para te apoiar nos projetos ou te oferecer o ombro pra você chorar as decepções, até mesmo consertar suas burradas… De um irmão, que você teimava em discutir todos os dias e dizer que o odiava, mas que sempre estava junto com você pra tudo, até os planos mais engenhosos como pegar o pacote de biscoito no alto do armário.

Taí: MORTE, ausência de vida.

Ausência é falta. Falta é uma carência, coisa que deixa uma espécie de buraco na sua vida, que você vai querer suprir de muitas formas,mas não vai conseguir. Porque o que você sente é a falta (ausência) daquela vida. Aquela que está ausente, que não volta mais, aquela a qual não tinha nenhuma outra igual no mundo. Nem vai ter. Ninguém pode suprir a necessidade de ninguém. Uma vida é uma vida. É única, é essencial. É indispensável. Não pode estar ausente. Mas se ausentam. E você não pode fazer nada para evitar isso. Você agora está carente com esta ausência, você está triste porque não vai ter mais aquela pessoa sempre ao seu lado pra seja lá o que for…

E aí, vem aquele questionamento a cada momento:

“Eu estou sorrindo? Não poderia estar sorrindo quando alguém que eu tanto gostava não pode mais sorrir, eu preciso chorar, eu o(a) perdi.”

“Pra que me arrumar tanto e sempre, se um dia vou simplesmente morrer, não vou estar mais aqui, minha vida vai ser algo ausente. Me arrumar pra quê?”

“Por que trabalhar em um projeto pelo qual estou muito empolgada, se amanhã posso não estar mais aqui, e meu projeto vai morrer junto comigo? Por quê? Por quê?”

Aí eu te pergunto: O que seria da vida, se não fosse a morte?

Porque eu não sei da onde eu vim, porquê eu vim, pra onde eu vou e porquê vou. Mas se estou aqui, é porque posso colaborar de alguma forma com a humanidade. Não comigo simplesmente, não com meus amigos apenas, mas com todos. Um sorriso que dou hoje (com alguém ou para alguém) vai gerar uma reação em cadeia que vai rodar o mundo.

E justamente pelo fato de sabermos que vamos morrer, temos que viver. Porque vida e morte são opostos e um reflete o outro. Se eu fizer coisas boas (se eu for feliz), se eu conseguir fazer com que as outras pessoas sejam felizes com minha felicidade, vou fazer com que após minha morte isso seja repassado. É a minha contribuição para a humanidade.

Então por que morremos?

Simplesmente para que as pessoas coloquem em prática o que aprenderam conosco, para que cativem outras pessoas e assim façam com que nunca morra essa corrente de coisas boas que começou com você. E se você sentir falta de mim, é porque eu fui importante pra você. E se você sente falta do seu pai, é justamente porque ele te ensinou praticamente tudo o que você sabe hoje e que está colocando em prática, e se sente falta de seu filho recém nascido é porque ele te deu uma nova esperança e uma boa expectativa, mesmo que tenha sido por pouco tempo. Se você sente falta do seu irmão, é justamente porque ele te apoiava em tudo, discutia com você, fazia as pazes e vocês eram felizes, apesar de teimarem em dizer pra todo mundo que se odiavam. Se você sente falta do seu filho, é por cada sorriso que ele te fazia dar quando acertava alguma coisa, pela lágrima que você partilhava com ele, se fazendo importante para sua formação, por cada decepção que você teve com ele, que te fez aprender que não podemos esperar demais de quem está só começando…

Ausência de vida, falta de vida… O nome do que você sente é saudade. E saudade a gente só sente do que foi REALMENTE importante pra gente, do que nos cativou!

(Esse post é por um anjinho que passou pela minha vida, e por todos os que passam por nossas vidas e, mesmo que por pouco tempo, deixam sua marca para que passemos adiante suas – boas – ações!)

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3 opiniões sobre “A ausência de vida (ou morte)

  1. Emocionada,
    Nathalia, parabéns pelo texto..
    acho que a única certeza que nós temos nessa vida é de que vamos morrer um dia não é, então é justamente pelo fato de sabermos que vamos morrer, temos que viver..
    Não apenas passar, mas deixar a nossa marca.. pois essa é a única forma de nos tornarmos ETERNOS…

  2. texto perfeito amiga.. fez até eu pensar cara .. parabéns pelo blog amiga, tá lindo !
    eu te amo MUITO abObada (L

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