Sei lá.

“Sei lá.” Estou me acostumando a dizer isso com mais frequência. Não que seja uma coisa boa, mas é uma sinceridade minha. Não sei nada sobre nada mais. A vida derruba todas as teses sobre coisas que acreditamos saber. No fim das contas, a única certeza que se tem, é que realmente não sabemos nada. Mesmo tendo vivido uma vida tentando aprender.

Sei lá. É tudo muito louco. As coisas têm acabado mais rápido do que foi o começo. E no fim a gente acaba se perguntando: “O que é mesmo que eu quero?” Porque nem nós mesmos sabemos. Simplesmente vivemos uma constante busca. Buscamos compreensão e um ombro amigo  ao mesmo tempo que permitimos que a família desmorone e os amigos se afastem. O mundo está cada vez menos surpreendente e cada vez gerando mais pessoas que não sabem realmente nada: apagam o passado, não vivem o presente e não preparam seu futuro. Sei lá, são mil coisas.

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